quarta-feira, 20 de junho de 2012

Fenda no coração


Quando nascemos nosso coração é inteiro. Fechado, envolto, é aos pouquinhos que vai se abrindo e aprendendo o que é o amor e a dor.
Com o passar dos anos vamos nos entregando às paixões, às esperanças, às expectativas de encontrar a felicidade. E as decepções chegam... e o fechamos!
Nosso erro é fechá-lo com mágoas por dentro, com as feridas que, sem ar, sem a possibilidade de carinho que entre, possam cicatrizar. Por isso pessoas amarguradas podem ficar assim até a morte.
É preciso deixar uma fenda onde as tristezas possam se evacuar, onde elas liberem lugar para que o amor entre novamente. Só que é preciso ter o cuidado para não deixar uma fenda grande demais!... Um coração cansado e carente é uma presa fácil.
Pessoas que vivem desgastadas por uma vida inteira onde os sonhos parecem já não mais existir, podem confundir com amor a necessidade de sentir de novo emoção e paixão.
Pessoas que encontram a sua alma-gêmea no momento exato que se sentem fragilizadas precisam ter o cuidado para não cair nessa armadilha.
Sei que é difícil ser objetivo nessas horas. A monotonia do nosso dia pode fazer com que vejamos as coisas de fora bem mais bonitas do que são realmente.
Há um momento onde queremos voltar no tempo da adolescência e sonhar de novo com um grande amor, queremos paixão, queremos sentir de novo o coração batendo mais forte, queremos a dor no estômago da espera de um encontro marcado, a felicidade misturada com ansiedade ou não sei o quê.
Nessas horas deixamos uma fenda grande demais no coração e um pouco de atenção, uma palavra carinhosa ou um gesto gentil podem entrar e tomar forma de amor, que na realidade amor não é: é necessidade! Necessidade de reviver.
Sei como dói ouvir coisas assim, porque então tudo parece ainda mais sem sentido. Só nós sabemos o que vai por dentro do nosso peito.
E, portanto... deixe o tempo passar... a pessoa perfeita já não será assim tão perfeita, o grande amor que chegou já não vai parecer assim tão grande.
Quando estamos nos afogando é fácil segurar a primeira tábua que nos cai nas mãos, mas isso pode ser apenas um meio da gente nadar até a praia para ver novos horizontes.
Uma vida mal resolvida não encontra soluções mágicas em um amor que acabou de chegar.
Cada coisa no seu tempo. Antes de deixar entrar alguém pela fenda do seu coração, jogue fora sua infelicidade. Faça faxina interna, coloque ordem, resolva sua vida. Depois siga em frente... um amor verdadeiro talvez te espere do outro lado, mas então você vai saber que não o tem por carência, mas porque a vida resolveu te dar uma segunda chance.
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terça-feira, 12 de junho de 2012

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terça-feira, 5 de junho de 2012

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sábado, 26 de maio de 2012

Peça sobre O Racismo


Narradora
Delegada Michele
Advogado Justin
Faxineiro/Empresário Antônio
Empresárias Verônica, Stephanie
Faxineiro Eduardo

Narrador(a)
O que você verá a seguir será um pouco da realidade,  Racismo contra pessoas negras, que são metade da população, porém tratados como minoria.
Seres humanos excluídos da sociedade só por que pertence a uma classe social baixa e que lutam para o fim dessa doença moral.
Cena 1
Antônio: (Vê uma oferta de emprego)
Oferta de emprego hummmmmmmm quem sabe eu consigo essa vaga.
Narrador(a)
Dirigindo-se a empresa e vai a procura do responsável pela vaga.
Antônio: Bom dia
Eduardo: Bom dia, o que você deseja?
Antônio: Gostaria de falar com a gerente sobre uma oferta de emprego.
Eduardo: Dirija-se a sala dela é logo ali.
Narrador(a)
Antônio dirige-se a sala e inicia uma conversa com a gerente.
Verônica: Pois não?
Antônio: Eu vim pela oferta de emprego
Verônica: Me desculpe mas você é diferente é incapacitado para tal emprego.
Antônio: Eu preciso muito desse emprego me admita que eu faço qualquer coisa.
Narrador(a)
Stephanie sai de sua sala e vai ver o que está acontecendo.
Stephanie: O que está acontecendo Verônica?
Verônica: Esse indivíduo esta a procura de um emprego, já falei que não podemos contratá-lo mas ele continua insistindo.
Stephanie: Espere um pouquinho esse aí quer um trabalho aqui. Hahahahahahahahahahaha.
Verônica: Pensando bem precisamos de um faxineiro. Amanhã as 6:00 em ponto ouviu.
Antônio: Muito obrigado mesmo.
Cena 2
Narrador(a)
Antônio ficou extremamente feliz, porém não percebeu que seria alvo de críticas por ser pobre negro e ser agora um faxineiro. Um dia passa e ele segue para o novo emprego.
Ele chega e logo começa a limpar o chão as mesas e etc...
Fica observando a sala senta-se e começa a girar nela sentindo-se mais importante. Verônica e Stephanie chegam.
Verônica: O que significa isso? Aqui não é circo dos favelados! Direto para o trabalho neguinho.
Stephanie: Será que você não ouviu? Anda logo, é pra hoje.
Narrador(a)
Assim se sucede vários dias e Antônio sempre vivendo como se não existe e entre racistas.
Cena 3
Verônica: ÔOO faxineiro me dá um copo de água.
Antônio se atrapalha e deixa o copo cair.
Verônica: Seu urubu, seu favelado eu podia te demitir né seu fracassado.
Stephanie: Além de ser negro e pobre esse aí ainda é atrapalhado. Chega eu vou sair daqui antes que esse cheiro de macaco me contamine.
Antônio: (pensando) Eu não aguento mais isso, vou me demitir amanhã mesmo! Ninguém suportaria isso.



Narrador(a)
Cena 4
Passa-se outro dia e Antônio vai pedir demissão.
Antônio: Quero pedir demissão
Verônica: Posso saber porque em negrito.
Antônio: Vocês são racistas, eu posso até ser pobre mas não sou burro pra ficar suportar isso, e além do mais racismo é crime, e após sair daqui vou abrir um processo jurídico contra vocês.
Stephanie: Quer dizer então que o favelado resolveu entrar em ação.
Verônica: O que vem de você não nos atinge.
Narrador(a)
Antônio recebe o seu dinheiro e faz uma longa viagem até o sul de Minas, onde encontra um homem já avançado em idade, que lhe ajuda muito a crescer intelectualmente. Após 2 ou 3 anos Antônio já mais experiente sofre pela morte desse homem querido. Em seu testamento ele deixa tudo o que tem.
Enquanto isso naquela pequena empresa que Antônio trabalhou aquelas duas empresárias se atolava com tantas contas sem saber o que fazer.
Cena 5
Verônica: O que faremos olhe quanta contas para pagarmos.
Stephanie: A única solução vai ser vender essa empresa.
Narrador(a)
Elas anunciam em cartazes e na internet a venda da empresa delas. A vendem para outro empresário, mas não conhecem ele por ter mandado seu advogado efetuar  a compra e legaliza-la.
Anos antes Antônio havia feito uma queixa com o delegado antigo, mas ele também era racista. Por isso ao receber o dinheiro do testamento daquele senhor ele contratou um advogado.
Ao ver Antônio elas se espantam.
Verônica: O que você esta fazendo aqui, saia agora estamos muito ocupadas.
Justin: Licença, mas a senhorita não pode falar com meu cliente de tal maneira, pois ele é o novo dono dessa empresa.
Stephanie: O quê?
Justin: Exatamente o que você ouviu o contrato esta aqui vocês já podem sair desse estabelecimento, e serão punidas pelo racismo ao meu cliente e ao outro funcionário de vocês o Eduardo.
Narrador(a)
A polícia chega depois de vários minutos levam as empresárias sobe custódia e a levam a delegacia. Antônio e seu advogado vão junto para ver o que iriam fazer com elas. Ao chegarem a delegacia...
Michele: As senhoritas estão condenadas a serviços comunitários devido ao racismo proferido à aquele senhor ali.
Justin: Devido a racismo ser crime acho que a pena deveria ser mais dura.
Michele: Você tem razão elas serão presas, pegaram de 5 a 10 anos na cadeia.
Antônio: A justiça foi feita!!!
Narrador(a)
 Assim elas foram presas Antônio transformou Eduardo em seu sócio a empresa deles subiu de categoria, e eles tem vivido como merecem viver.
Este Trabalho foi criado por:
Athália, David, Erlan, Laís, Rafaela, Sabrina, Sávio

quarta-feira, 16 de maio de 2012

A Arte Bizantina


Arte bizantina
O termo arte bizantina refere-se à expressão artística de caráter religioso do Império Bizantino. No entanto, deve-se lembrar que esta tendência artística, por meio de influência político-religiosa, expandiu-se para regiões fora das fronteiras imperiais.
História
O crescente problema nas fronteiras causado pelos bárbaros, além de problemas dentro de Roma com o senado constantemente se envolvendo em questões relacionadas ao reinado dos imperadores, fez com que os imperadores optassem por outras cidades para serem sedes do império. O imperador Constantino I transferiu a capital do império para Bizâncio, antiga cidade renomeada mais tarde para Constantinopla. Neste local reúnem-se toda uma série de fatores que impulsionam a ascensão da nova expressão artística.
O movimento viveu o seu apogeu no século VI, durante o reinado do imperador Justiniano I ao qual se sucede um período de crise denominado Iconoclasta e que consiste na destruição de qualquer imagem santa devido ao conflito político entre os imperadores e o clero.

Influências
A localização de Constantinopla permite à arte bizantina a absorção de influências vindas de Roma, da Grécia e do Oriente e a interligação de alguns destes diversos elementos culturais num momento de impulso à formação de um estilo repleto de técnica e cor.
A arte bizantina está intimamente relacionada com a religião, obedecendo a um clero fortalecido que possui, além das suas funções naturais, as funções de organizar também as artes, e que, consequentemente, relega os artistas ao papel de meros executores.
Também o imperador, assente num regime teocrático, possui poderes administrativos e espirituais. Sendo o representante de Deus na Terra, é convencionalmente representado com uma auréola sobre a cabeça e não é raro encontrar um mosaico onde esteja representado com a esposa ao lado da Virgem Maria e o Menino Jesus.
Pintura
No século V, em Bizâncio, emergiu um novo império cristão que duraria mil anos, criando uma nova forma de arte, nascida do Cristianismo. Em Roma, nas antigas catacumbas cristãs, há uma série de murais que datam das perseguições aos cristãos nos séculos III e IV. São os primeiros exemplos de pintura no Período Bizantino.

No século IV, o imperador Constantino reconheceu o culto livre aos cristãos do Império Romano. A arte cristã primitiva evoluiu então para a arte bizantina. O mosaico foi a característica principal do período e suas características de criação influenciaram mais tarde a arte gótica. Os ícones também marcaram esta primeira etapa da arte bizantina.

Nos séculos VIII e IX, o mundo bizantino foi dilacerado pela questão iconoclasta, uma controvérsia sobre o uso de pinturas ou entalhes na vida religiosa. Toda representação humana que fosse realista poderia ser considerada uma violação ao mandamento de não adorar imagens esculpidas. O imperador Leão III proibiu qualquer imagem em forma humana de Cristo, da Virgem, santos ou anjos. Como resultado, vários artistas bizantinos migraram para o Ocidente. Em 843, a lei foi revogada.
Mosaico
O mosaico é a expressão máxima da arte bizantina e, não se destinando somente a decorar as paredes e abóbadas, serve também de fonte de instrução e guia espiritual aos fiéis, mostrando-lhes cenas da vida de Cristo, dos profetas,e dos vários imperadores. Plasticamente, o mosaico bizantino não se assemelha aos mosaicos romanos; são confeccionados com técnicas diferentes e seguem convenções que regem também os afrescos. Neles, por exemplo, as pessoas são representadas de frente e verticalizadas para criar certa espiritualidade; a perspectiva e o volume são ignorados e o dourado é utilizado em abundância, pela sua associação a um dos maiores bens materiais: ouro.
Arquitetura
A arquitetura teve um lugar de destaque, operando-se nela a importantes inovações. Foi herdeira do arco, da abóbada e da cúpula, mas também, do plano centrado, de forma quadrada ou em cruz grega, com cúpula central e absides laterais.
A expressão artística do período influenciou também a arquitetura das igrejas. Elas eram planeadas sobre uma base circular, octogonal ou quadrada rematada por diversas cúpulas, criando-se edifícios de grandes dimensões, espaçosos e profusamente decorados.
A Catedral de Santa Sofia é um dos grandes triunfos da técnica bizantina. Projetada pelos arquitetos Antêmio de Tralles e Isidoro de Mileto, ela possui uma cúpula de 55 metros apoiada em quatro arcos plenos. Esta técnica permite uma cúpula extremamente elevada a ponto de sugerir, por associação à abóbada celeste, sentimentos de universalidade e poder absoluto. Apresentam pinturas nas paredes, colunas com capitel ricamente decorado com mosaico e chão de mármore polido.
Escultura
Este gosto pela decoração, aliado à aversão do cristianismo pela representação escultórica de imagens (por lembrar o paganismo romano), faz diminuir o gosto pela forma e consequentemente o destaque da escultura durante este período. Os poucos exemplos que se encontram são baixos-relevos inseridos na decoração dos monumentos.

São João


Origem da Festa Junina


Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Junina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial
 Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício vieram da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha. E ao longo do tempo foi se misturando com a cultura brasileira.

Comidas típicas 

Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.




Músicas

CAPELINHA DE MELÃO
Autor: João de Barros e Adalberto Ribeiro

Capelinha de melão
é de São João.
É de cravo, é de rosa, é de manjericão.

São João está dormindo,
não me ouve não.
Acordai, acordai, acordai, João.

Atirei rosas pelo caminho.
A ventania veio e levou.
Tu me fizeste com seus espinhos uma coroa de flor.
__________________________________________

PEDRO, ANTÔNIO E JOÃO
Autor: Benedito Lacerda e Oswaldo Santiago

Com a filha de João
Antônio ia se casar,
mas Pedro fugiu com a noiva
na hora de ir pro altar.

A fogueira está queimando,
o balão está subindo,
Antônio estava chorando
e Pedro estava fugindo.

E no fim dessa história,
ao apagar-se a fogueira,
João consolava Antônio,
que caiu na bebedeira.
__________________________________________
BALÃOZINHO 

Venha cá, meu balãozinho.
Diga aonde você vai.
Vou subindo, vou pra longe, vou pra casa dos meus pais.

Ah, ah, ah, mas que bobagem.
Nunca vi balão ter pai.
Fique quieto neste canto, e daí você não sai.

Toda mata pega fogo.
Passarinhos vão morrer.
Se cair em nossas matas, o que pode acontecer.
Já estou arrependido.
Quanto mal faz um balão.
Ficarei bem quietinho, amarrado num cordão.
__________________________________________
SONHO DE PAPEL
Autor: Carlos Braga e Alberto Ribeiro

O balão vai subindo, vem caindo a garoa.
O céu é tão lindo e a noite é tão boa.
São João, São João!
Acende a fogueira no meu coração.

Sonho de papel a girar na escuridão
soltei em seu louvor no sonho multicor.
Oh! Meu São João.

Meu balão azul foi subindo devagar
O vento que soprou meu sonho carregou.
Nem vai mais voltar. 
__________________________________________

PULA A FOGUEIRA

Autor: João B. Filho

Pula a fogueira Iaiá,
pula a fogueira Ioiô.
Cuidado para não se queimar.
Olha que a fogueira já queimou o meu amor.

Nesta noite de festança
todos caem na dança
alegrando o coração.
Foguetes, cantos e troca na cidade e na roça
em louvor a São João.

Nesta noite de folguedo
todos brincam sem medo
a soltar seu pistolão.
Morena flor do sertão, quero saber se tu és
dona do meu coração.

Dinâmicas

Batalha musical

O coordenador fala uma palavra e o primeiro grupo deverá cantar um pedacinho de uma música que tenha a palavra citada. Após o primeiro grupo ter cantado, passa-se para o segundo grupo cantar outra música com a mesma palavra. Após ter cantado, volta para o primeiro. Assim segue, até esgotar a memória atual. Ganha o grupo que conseguir cantar mais músicas.

Handsabonete
Modificação do jogo de handbol, onde as traves são substituídas por baldes e a bola é trocada por um sabonete.
Dois baldes serão colocados um em cada extremidade do espaço, cheios de água até a metade.
Os participantes estarão divididos em dois grupos. O recreacionista entregará a eles um sabonete já molhado, que servirá de bola. O sabonete será conduzido e arremessado com aa mãos. O jogador que tiver a posse do sabonete não poderá deslocar-se, enquanto os outros se deslocarão livremente. O intuito dos jogadores será embocar o sabonete dentro do balde, podendo para isso fazer passes com seus companheiros. Cada vez que conseguirem pôr o sabonete dentro do balde, farão um ponto para sua equipe.
O jogo recomeçará, com o mesmo sabonete, sempre molhado.
A atividade terminará por tempo ou pontos, desde que estabelecido previamente. Vencerá a equipe que fizer o maior número de pontos.